segunda-feira, 7 de março de 2011

Peter Hook toca na integra álbum do Joy Division

Peter Hook e sua banda Peter Hook's The Light irão tocar na íntegra o álbum Closer Joy Division lançado em 1980.
Hook que foi baixista da banda, se apresentarão no dia 18 de Maio na Factory, em Manchester - Londres.
Um EP com quatro músicas será chamado "1102/2011", e será lançado dia 2 de maio, com as músicas "New Dawn Fades", "Insight" e "Atmosphere" e ainda uma música inédita data de 1977, nunca lançada pela banda, "Pictures In My Mind".
Hook fará os vocais na velha-nova música, enquanto a cantora Rowetta fará o vocal nas outras 3 faixas.

Clássicos - Billie Holiday - Lady In Satin (1958)















Selo: Columbia
Produção: Irving Townsend
Nacionalidade: EUA
Duração: 39:10

Será que Lady In Satin é apenas um retrato voyeurista de uma artista em declínio ou um pedaço visceral da alma exposta de uma das mais talentosas cantoras de jazz? Admitindo qualquer uma dessas hipóteses, o fato é que o vigor das gravações da "Lady Day" para a Verve, em 1930, já ia de longe sendo substituído pela amargura de uma cantora lutando contra o sério vício em heroína. Holiday estava agora mais para uma senhora de 70 anos do que para uma estrela de 40 anos tentando aos poucos retomar a carreira, e o arranjador Ray Ellis não estava, a princípio, nada satisfeito com sua voz cheia de falhas.
No entanto, ao desnudar standards como "You Don't Know What Love Is" e "Glad To Be Unhappy" até sobrar apenas a emoção, Holiday canaliza seu orgulho junkie para os blues mais sinceros já gravados. São canções-guia, diferentes de tudo que o jazz já havia cantado antes: o amor é pintado como loucura, desespero, resignação, com uma brutal honestidade. Não é surpresa que este seja o disco favorito de Holiday e tenha se tornado o testamento e o desejo final de um mito.
Os arranjos de cordas "acetinados" de Ellis parecem querer expor as cicatrizes da voz de Holiday, mas, na verdade, acentuam sua habilidade singular para colocar swing em qualquer acompanhamento, mesmo os mais cafonas. Quando ela estica as sílabas até um suspiro de reprovação em "I'm A Fool To Want You", é como se estivesse perdida nas suas próprias freqüências do blues. Há algo de fascinantemente terrível neste álbum, tão hipnótico e angustiante como assistir a um viciado se drogando. Mas em Lady In Satin não existiram, nas décadas seguintes, divas como Nina Simone ou Janis Joplin, dispostas a abrir seu coração sem concessões.

Tracklist

01 I'm A Fool To Want You 3:23
02 For Heaven's Sake 3:26
03 You Don't Know What Love Is 3:48
04 I Get Along Without You Very Well 2:59
05 For All We Know 2:53
06 Violets For Your Furs 3:24
07 You've Changed 3:17
08 It's Easy To Remember 4:01
09 But Beautiful 4:29
10 Glad To Be Unhappy 4:07
11 I'll Be Around 3:23

sexta-feira, 4 de março de 2011

Clássicos - Miles Davis - Birth Of Cool (1957)














Selo: Capitol
Produção: Pete Rugolo
Nacionalidade: EUA
Duração: 37:56

Ano de 1949: saído de baixo das asas de Charlie "Bird" Parker e Dizzy Gillespie, Miles Davis, aos 24 anos, percebe que está perdendo tempo ao tentar replicar os vôos harmônicos vertiginosos de seus mentores do bepop. A solução: juntar um bom time de músicos de estúdio de Nova York e tentar reconstruir e desconstruir o vocabulário bepop num espaço novo de improvisação. E espaço, para Miles, é o lugar fundamental de criação n esta sua primeira sessão de jazz como lider de banda.
Entrelaçando os tons surdos de seu trompete com os arranjos orquestrais e urbanos ao gosto de Gil Evans, Gerry Mulligan e John Lewis, Miles dá forma a um harmônico cool jazz, que bebe tanto da música clássica européia como do hot jazz do bebop ou do ragtime. Seu solo de trompa, sem vibrato, na música de abertura, "Move", abre o caminho para uma série de poemas em tom impressionista, uma resposta velada ao excesso de acordes do bebop. Mas é uma música cool com balanço: é só ouvir Miles interagindo com o leve sax alto de Lee Konitz em "Jeru".
O fotográfo Aram Avakian capta com precisão o jogo entre a frieza controlada e o poder emocional concentrado na música de Miles na simbólica foto da capa do disco. Os críticos tambem identificaram a "quietude audaciosa" do álbum - o público, no entanto, não gostou. O estilo cool foi deixado de lado álbum - o público, no entanto, não gostou. O estilo cool foi deixado de lado até sua ressurreição no revisionismo feito na Costa Oeste dos grupos de meados dos anos 50. E Miles? Ele levou sua música cool para o cinema, no filme Ascensor Para o Cadafalso (1957), de Louis Malle, apurando esse estilo até chagar à sua obra-prima Kind Of Blue (1959), numa carreira voltada para a colaboração musical e a renovação da linguagem.

Tracklist

01 Move 2:33
02 Jeru 3:13
03 Moon Dreams 3:19
04 Venus De Milo 3:13
05 Budo 2:34
06 Deception 2:49
07 God Child 3:11
08 Boplicity 3:00
09 Rocker 3:00
10 Rocker 3:06
11 Israel 2:18
12 Rouge 3:15
13 Darn That Dream 3:25

Arctic Monkeys libera nova faixa para audição on-line

A banda Arctic Monkeys liberou uma nova faixa para audição on-line.
O nome do novo trabalho é "Brick By Brick", e foi incluída no website da banda arcticmonkeys.com esta manhã (04/03).

Rolling Stones - Shine a Light (2008)














Selo: Polydor
Produção: The Glimmer Twins - Bob Clearmountain
Duração: 101:33 (2 Cds) - 7426 (Versão com 1 Cd)


Imagine um núcleo secreto do rock 'n' roll, o santo dos santos, o local mais íntimo e sagrado. É lá que eles podem ser encontrados - é nesses termos que Martin Scorcese se refere aos Rolling Stones. Depois de uma longa carreira dedicada ao cinema de alta qualidade, bem recebido tanto pelo público como pela crítica, o diretor de filmes aclamados como Taxi Driver, Os Bons Companheiros e Gangues de Nova York - entre inúmeras outras obras igualmente primorosas - resolveu voltar suas câmeras para o universo do rock. Não é a toa que o nome do cineasta aparece na capa do disco, entre "Rolling Stones" e "Shine a Light".
O fato é que Scorcese e a banda tinham conversado havia tempo sobre a possibilidade, a necessidade mesmo, de fazer um filme juntos, registrando também em áudio as músicas tocadas especialmentes para a ocasião. Os Stones não eram novidades para o diretor.
Quando Mick Jagger assistiu à primeira apresentação de Shine a Light, em 7 de fevereiro de 2008, no Festival de Cinema de Berlim, disse a Scorcese brincando, que este era o primeiro filme do diretor a não ter "Gimme Shelter"na trilha sonora. Scorcese não só colocava as músicas dos Stones no fundo de suas sempre que possível, como também vinha animado da realização de No Direction Home, filme que fizera com Bob Dylan, estreado em setembro de 2005.
O filme apresenta os Rolling Stones em vários momentos e situações, mas registra sobre os dois espetáculos que a banda deu, especialmente para o empreendimento, nos dias 29 de outubro de e 1 de novembro de 2006, no pequeno Beacon Theatre, em Nova York, para uma platéia de convidados, alguns deles bastante ilustres como o casal Bill e Hillary Clinton e um ex-presidente da Polônia. A renda das apresentações foi destinada a beneficiência.
Além da peculiaridade de trazer os Stones tocando em um local pequeno, quando os espetáculos dos anos anteriores tinham se realizado quase todos em enormes estádios, o repertório dos shows foi escolhido por Jagger como surpresa para Scorcese, que teve de filmá-los sem saber que músicas seriam executadas. Não entraram nas gravações músicas dos últimos trabalhos da banda; todas as faixas aparecem originalmente em discos "antigos".
Como sempre, os Rolling Stones optaram pela tática comercial de oferecer, junto com as composições batidas, algo novo, ideal para atrair consumidores que querem ter na discoteca doméstica todas as músicas já tocadas pela banda. Desta o número escolhido foi "Champagne And Reefer", composição de um ídolo dos próprios Stones, Muddy Waters (que indiretamente deu à banda o nome que tem, tirado de uma de suas músicas). Para liderá-los nessa faixa foi convidado Buddy Guy. Christina Aguillera e Jack White (dos White Stripes) são os outros convidados especiais a dividir o microfone com Mick Jagger.
Shine a Light saiu em duas versões: o álbum com dois CDs, distribuído e produzido internacionalmente, e a alternativa reduzida, em um CD, com apenas parte do material, que apareceu apaenas nos Estados Unidos. Chegou ao segundo lugar da parada britânica, na qual permaneceu por seis semanas e onde recebeu disco de prata; nos Estados Unidos não passou da 11a Posição, mas ficou por sete semanas na lista dos mais vendidos.
Além das versões em CD, o álbum também foi lançado em pen-drive. A edição japonesa e a veiculada pela iTunes Store contém uma faixa bônus, "Undercover Of The Night", com duração de de 4:24.

Jumpin' Jack Flash (Jagger-Richards) 4:23
Depois de aparecer em três discos quase sucessivos (Get Your Yas Yas Out, Love You Live e Flashpoint) de apresentações ao vivo dos Stones, esta marca registrada da banda ganhou descanso de 15 anos, para reaparecer pujante como quando ouvida pela primeira vez. É uma das versões mais extensas da música em público, e ganhou a intensa participação do órgão e dos ressaltados vocais de fundo. Primeira faixa do álbum, esta execução pertence ao segundo show para a gravação de Shine a Light, no primeiro dia de novembro de 2006.

Shattered (Jagger-Richards) 4:06
Versão bem mais descontraída - que permite Jagger caminhar rebolando mais descansadamente pelos palcos - faixa de encerramento de Some Girls, de 1978. Mas o instrumental continua perfeitamente encaixado.

She Was Hot (Jagger-Richards) 4:44
Retomada da faixa de Undercover, de 1983, que na época foi considerada merecedora de lançamento também em compacto, com um videoclipe a promovê-la.

All Down The Line (Jagger-Richards) 4:35
Oportuno resgate da primeira faixa de um dos lados do álbum duplo Exile On Main Street, de 1972. Na época, também foi lado B de um compacto que trazia Keith Richards como vocalista principal da música no lado A, "Happy". "All Down The Line "continua a levantar o astral de qualquer show com seus vibrantes metais metais à James Brown.

Loving Cup (Jagger-Richards) 4:02
Também lançada primeiramente em Exile On Main Street, ganha aqui uma releitura mais vibrante com o auxílio de Jack White na guitarra e compartilhando o vocal principal com Mick - Jagger está sempre antenado nas novidades White tem 32 anos menos que ele eé o cantor e guitarrista da dupla White Stripes; ficou entre os 2o primeiros, na lista de 100 maiores guitarristas de todos os tempos da revista Rolling Stone.

As Tears Go By (Jagger-Richards-Oldham) 3:31
Despida dos violino que lhe davam arranjo quase idêntico na estrutura de "Yesterday"dos Beatles, esta balada que fez grande sucesso quando lançada em 1965 - apesar de parecer contradizer o caráter roqueiro visceral revelado no êxito anterior, "(I Can'Get No) Satisfaction"

Some Girls (Jagger-Richards) 4:19
Aqui Jagger mantém a irônia, quase sarcarsmo, na releitura de um clássico do machismo stoniano, que fala em mulheres puras e corruptas, mulheres que lhe dão dinheiro, outras que lhe dão ataques do coração, as que lhe tomam dinheiro, as brancas que as vees o deixam louco, as negras cujo pique não consegue acompanhar - aproveitando para reclamar das "mulheres que me deram filhos, e só transamos uma vez" A.K.A. Luciana Gimenez.

Just My Imagination (Barret-Norman) 6:39
Tipo de música que gruda, este antigo sucesso dos Temptations já havia emplacado com os Rolling Stones, também no álbum de Some Girls, de 1978. Mick Jagger parece se deliciar cada vez que a canta.

Faraway Eyes (Jagger-Richards) 4:37
A platéia delira quando Mick revisita seu "sotaque da Califórnia" nesta canção brincalhona, com influência de Country & Western, em que estabelece uma alegre camaradagem com Jesus.

Champagne & Reefer (McKinley Morganfield) 5:58
A música inédita do álbum, a justificar a compra pelo fã que quer ter "todas as músicas" que os Stones gravaram. Buddy Guy confere tremenda energia à faixa, com sua guitarra e a voz possante. A propósito: McKinley Morganfield é o nome de registro de Muddy Watters, autor de "Catfish Blues" (também conhecida como "Rollin' Stone") em cuja letra Brian Jones foi buscar o nome para sua banda.

Tumbling Dice (Jagger-Richards) 4:24
Mantém-se o andamento maneira da primeira versão do compacto tirado de Exile On Main Street, de 1972.

Band Introductions 1:39
Mick faz a tradicional pausa para a apresentação da banda, com destaque para "Rocking Ronnie Wood.... we love you" e "Wang-Dang-Doo Charlie Watts"- finalizando com a deixa para que Keith Richards assuma o microfone principal.

You Got The Silver (Jagger-Richards) 3:21
Esta música, de Let It Bleed, de 1969, foi uma das duas últimas que Brian Jones gravou com os Stones. Na primeira tentativa de gravá-la, que aparece em vários discos piratas, que a canta é Mick, mas aqui, como em Let It Bleed, quem o faz é Keith - que acabou ficando com ela em 1969 para ter vez, como era praxe na época, como solista vocal em uma das faixas.

Connection (Jagger-Richards) 3:30
Na gravação original, de Between The Buttons, lançado 29 anos antes de ser feita esta nova versão ao vivo, Mick e Keith dividiam os vocais, mas desta os holofotes ficaram só para Keith, na sequência de "You Got The Silver". Aqui, Richards descobriu e treinou uma forma de fazer sua voz soar como uma novidade charmosa em suas modulações. A rigor, como ele próprio conta ao apresentá-la, já tinha se apropriado desta música em suas apresentações solo.

Martin Scorcese Intro 0:12
Curta fala de Scorcese dando instruções para a gravação do filme com as músicas desde álbum.

Sympathy For The Devil (Jagger-Richards) 5:56
Começa com o público cantando os "uuh-uuh"de fundo para o animado Jagger, que novamente representa na letra, uma figura maligna que acompanhou acontecimentos históricos essenciais. A primeira vez que a cantou ao vivo, no show do Hyde Park, logo após a morte de Brian Jones, Mick apresentou esta música como "samba". E, realmente as nas execuções da época, contava com a presença percussiva mais sincopada e múltipla.

Live With Me (Jagger-Richards) 3:54
Música que sempre se destaca a linha melódica feita pelo baixo, ganha aqui a energia de Christina Aguilera num dueto com Mick Jagger que empolga o público.

Start Me Up (Jagger-Richards) 4:05
Com um dos riffs que são marcas registradas dos Rolling Stones, a faixa que abriu Tattoo You em 1978 continua a ser megasucesso que sempre foi em festas e toda vez que Jagger a inclui no repertório das apresentações ao vivo.

Brown Sugar (Jagger-Richards) 5:25
Outra que tem cadeira cativa nos espetáculos dos Stones. Aqui, a grande música de Sticky Fingers, de 1971, continua a ser uma grande música dos anos 2000, com o entrelaçamento das guitarras distorcidas em primeiro plano. A platéia responde animada, quando chamada por Mick a participar.

(I Can't Get No) Satisfaction (Jagger-Richards) 5:37
O que ainda falta dizer desta música, que tem o riff de guitarra mais conhecido e clássico do rock (aqui encorpado pelo uníssono do órgão vibrante com a guitarra), e que já foi reinterpretada de inúmeras formas diferentes pelos Stones, presente em todos os shows, sempre levando a platéia ao transe? Nesta versão, ganha um solo intermediário de guitarra diferente de todas as gravações anteriores, e se torna ainda mais extensa.

Paint It Black (Jagger-Richards) 4:28
Perdeu-se a cítara indiana de Brian Jones, da primeira gravação da música, grande sucesso de 1966, mas o caráter orientalizante da melodia se manteve. É uma canção que sempre agrada, pela qualidade harmônica, aliada ao ritmo dançante.

Little T&A (Jagger-Richards)
Do mesmo álbum que "Start Me Up"(Tattoo You, de 1981), contém elementos quase autobiográficos, na observação que os traficantes estavam descontentes porque Keith Richards não estava mais interessado em drogas pesadas. Incidentalmente, "T&A"significava "tits & arse" ["peitos e bunda"].

I'm Free (Jagger-Richards) 3:30
Volta e meia reaparece nas apresentações dos Stones esta faixa de 1965 (do álbum Out Of Our Heads) que sintetizava a expressão "Eu Sou Livre", o sentimento da época na swinging London. Tem um trecho da letra e música em comum com a anterior "Eight Days A Week", dos Beatles, no trecho "hold me, love me, hold me, love me" ["me abrace, me ame, me abrace, me ame"]. Em 1990, a banda escocesa The Soup Dragons fez grande sucesso com "I'm Free".

Shine A Light (Jagger-Richards) 4:05
Sobre os letreiros do filme de Martin Scorcese, os Stones revisitam a faixa de Exile On Main Street, de 1972, que acompanhou a tendência à época a tratar de religão e mencionar o nome do Senhor nas letras de rock - cujo apogeu, na época, foi conseguido por "My Sweet Lord" de George Harrison, e pelo musical Jesus Christ Superstar. Aqui, alcançando uma beleza de outro tipo, Mick Jagger canta, atipicamente: "May the good Lord shine a light on you, make every song you sing your favorite tune" ["Que o Senhor em sua bondade faça brilhar uma luz sobre você, faça que cada música que você cante se torne sua canção favorita"]

Catalogo

Polydor 1764747
Interscope (EUA) ITS1096002 (2 CD's) - ITS 602517647435 (1 CD)

Ozzy Osbourne no Brasil: anunciadas as bandas de abertura

Da Revista Rolling Stones


Sepultura, Híbria e Gunport subirão ao palco antes do Príncipe das Trevas na turnê que acontece no final de março e começo de abril


A Time For Fun, produtora responsável pela vinda de Ozzy Osbourne ao Brasil, anunciou as bandas de abertura da turnê do Príncipe das Trevas que acontece no país no fim de março e começo de abril. As escolhidas são Sepultura, Híbria e Gunport.


O Sepultura, com seus 26 anos de carreira, subirá ao palco antes de Ozzy em São Paulo (2/4) e Brasília (5/4).

Antes disso, no show de Porto Alegre (30/3), é a gaúcha Gunport que aquece o público para o show do álbumScream, que Ozzy lançou no ano passado.

Nas duas apresentações finais, no Rio de Janeiro (7/4) e Belo Horizonte (9/4), é o Híbria quem abre a noite.

Ozzy Osbourne no Brasil
Porto Alegre
30 de março de 2011, às 21h
Abertura do Gunport
Ginásio do Gigantinho - R. Padre Cacique, 891 - Praia de Belas
R$150 (pista/arquibancada) ou R$200 (cadeira coberta)
Ingressos na bilheteria oficial (sem taxa de conveniência) ou nos pontos de venda
Vendas por telefone: 4003 0848

São Paulo
2 de abril de 2011, às 21h30
Abertura do Sepultura
Arena Anhembi - Av. Olavo Fontoura, 1.209, Anhembi Parque - Santana
$600 (pista premium) ou R$200 (pista normal)
Ingressos na bilheteria oficial (sem taxa de conveniência) ou nos pontos de venda
Vendas por telefone: 4003 0848

Brasília
5 de abril de 2011, às 21h30
Abertura do Sepultura
Setor SRPN - Ginásio de Esportes Nilson Nelson - Asa Norte
R$240 (arquibancada), R$300 (pista/cadeira), R$500 (pista premium - lote 1) e R$600 (pista premium- lote 2)
Ingressos na bilheteria oficial (sem taxa de conveniência) ou nos pontos de venda
Vendas por telefone: 4003 0848

Rio de Janeiro
7 de abril de 2011, às 21h30
Abertura do Hibria
Citibank Hall - RJ - Av. Ayrton Senna, 3000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca
R$600 (camarote), R$500 (pista premium), R$300 (poltronas) ou R$200 (pista)
Ingressos na bilheteria oficial (sem taxa de conveniência) ou nos pontos de venda
Vendas por telefone: 4003 0848

Belo Horizonte
9 de abril de 2011, às 21h30
Abertura do Hibria
Ginásio do Mineirinho - Av. Antônio Abraão Caram, Nº 1001, Bairro da Pampulha
R$140 (arquibancada - lote 1), R$160 (arquibancada - lote 2), R$180 (arquibancada - lote 3 e pista - lote 1), R$200 (pista - lote 2), R$240 (pista - lote 3), R$500 (pista premium)
Ingressos na bilheteria oficial (sem taxa de conveniência) ou nos pontos de venda
Vendas por telefone: 4003 0848

quinta-feira, 3 de março de 2011

Clássicos - Nirvana - Nevermind (1991)














Selo: Geffen
Produção: Nirvana - Butch Vig
Nacionalidade: EUA
Duração: 42:11


                 'Nevermind' foi, sem dúvida alguma, o álbum de rock mais importante dos anos 90. As músicas pop distorcidas tinham a agressividade do punk, mas possuíam os acordes poderosos do metal. O álbum consolidou Kurt Cobain como um dos cantores de rock mais diferenciados, capaz de interpretar vocais dilacerantes. Ele era também um compositor dotado de sensibilidade genuína e grande originalidade. A primeira música, hoje clássica "Smell Like Teen Spirit", alterna versos suaves com um refrão gritado, possuindo um riff memorável. "Tentei escrever a melhor música pop de todos os tempos. Estava tentando roubar o estilo dos Pixies", disse Cobain mais tarde. "Come As You Are", contém outro riff inesquecível. As letras de Cobain são satirícas, contraditórias e pertubadoras. "Territorial Pissings" é positivamente desarticulada, uma confusa viagen barulhenta liderada pela poderosa bateria de Dave Grohl. Mas o álbum também consegue chocar em volumes mais baixos: "Polly", é uma narrativa acústica sinistra e obscura sobre uma garota sequestrada, enquanto "Something In The Way", acompanhada por um violoncelo choroso, evoca uma época em que Kurt dormia nas ruas.         
        Completamente adequada ao disco, a capa é ao mesmo tempo chamativa e perturbadora, um comentário irônico sobre o materialismo humano. O protagonista é o pequeno Spencer Elden, de 5 meses; o anzol e o dólar foram sobrepostos depois.
          'Nevermind', um best-seller mundial, destronou Michael Jackson e o seu disco 'Dangerous' do primeiro lugar da Billboard. Kurt mais tarde reclamou do som esmerado do álbum - a banda teve que se esforçar para equilibrar a balança com 'In Utero', o álbum seguinte. Mas o poder de 'Nevermind' assim como a sutileza de suas composições, iria inspirar toda uma geração de músicos.


Tracklist

Smell Like Teen Spirits 5:00
In Bloom 4:33
Come As You Are 3:38
Breed 3:03
Lithium 4:36
Polly 2:56
Territorial Pissings 2:22
Drain You 3:43
Lounge Act 2:36
Stay Away 3:30
On A Plain 3:12
Something In The Way 3:43